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Home»Entretenimento»Grammy é racista? Beyoncé, Michael Jackson e Weeknd já sofreram injustiças na premiação
Entretenimento

Grammy é racista? Beyoncé, Michael Jackson e Weeknd já sofreram injustiças na premiação

janeiro 30, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Premiação tem histórico de exclusão e falta de representatividade com artistas negros. Grammy é racista? Beyoncé, Michael Jackson e Weeknd já sofreram injustiças na premiação
Neste domingo (2), acontece a 67° edição do Grammy. A maior premiação da música carrega um passado polêmico quando se trata de representatividade de pessoas pretas nas categorias principais (Álbum do ano, Música do ano e Artista revelação).
Alguns deles conseguem sucesso com prêmios mais específicos. São os casos de Kendrick Lamar, Jay-Z e Kanye West nas categorias de rap. Beyoncé é a maior vencedora da história na premiação, com 32 estatuetas, mas só foi agraciada uma vez nas categorias principais.
Neste ano, há artistas negros em destaque nas categorias principais:
Revelação: Doechii e Shaboozey
Álbum do ano: André 3000 e Beyoncé
Canção do Ano: Shaboozey (“A bar song”), Kendri Lamar (“Not like us”) e Beyoncé (“Texas Hold’Em”)
Mas será que 2025 marcará uma mudança nas estatísticas que mostram a exclusão de artistas negros?
Uma história de exclusão
Apesar de dominarem a indústria em inovação e popularidade, nomes como Beyoncé, Michael Jackson, Prince e The Weeknd enfrentaram barreiras quando o assunto é reconhecimento no Grammy.
Beyoncé nunca venceu Álbum do Ano. Michael Jackson e Prince, com os discos “Off The Wall” (1979) e “1999” (1982), respectivamente, foram esnobados.
Harvey Mason Jr., atual CEO, reconheceu o problema e afirmou: “Estamos comprometidos em construir uma academia mais inclusiva, mas sabemos que ainda há muito a ser feito”.
Declarações e críticas
Jay Z aceita o prêmio Dr. Dre Global Impact ao lado de Blue Ivy Carter, no Grammy 2024
Mike Blake/Reuters
Tyler, The Creator, vencedor de Melhor Álbum de Rap em 2019, criticou o Grammy por colocar artistas negros em categorias pré-estabelecidas. Seria como se eles não pudessem participar de outras como pop, rock ou jazz:
“Estou dividido nessa questão. Por um lado, estou muito grato que o que fiz possa ser reconhecido em um mundo como este… mas é uma pena que sempre que nós, e quero dizer, caras que se parecem comigo, fazemos qualquer coisa que seja uma mudança de gênero ou algo assim, eles sempre colocam isso em uma categoria de rap ou urbana.”
Jay-Z, ao receber o prêmio Dr. Dre Global Impact Award, na edição de 2024, e comentou sobre o histórico da premiação. “Alguns de vocês irão para casa esta noite e se sentirão como se tivessem sido roubados, alguns de vocês vão ser roubados, alguns de vocês não pertencem a essa categoria – quando fico nervoso, digo a verdade.”
Ele completou falando sobre o histórico de Beyoncé no Grammy: “Pensem, a maior vencedora de Grammys nunca ganhou Álbum do Ano. Isso não faz sentido. Então, mesmo pelas suas próprias regras, isso não faz sentido.”
Para Kevin Powell, jornalista e crítico cultural, o Grammy premia “o que é seguro”. “Álbuns que desafiam narrativas, como ‘Lemonade’ [de Beyoncé], são ignorados porque incomodam as estruturas dominantes da indústria”, opinou.
Um problema estrutural
Um estudo da USC Annenberg Inclusion, instituto da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou que, entre 2012 à 2020, artistas negros representaram 38% das paradas musicais e 26,7% das indicações nas categorias gerais.
A diferença segundo o levantamento, tem a ver com o fato de os votantes serem majoritariamente brancos, cis gêneros e heterossexuais.
Injustiças históricas
Os exemplos de exclusão se acumulam. Em 2021, “Blinding Lights”, single de The Weeknd, foi ignorado pela premiação. Além da qualidade da música, sobram feitos:
Primeira música na história a atingir 4 bilhões de plays no Spotify
90 semanas na Billboard Hot 100, a principal parada americana
Como resposta, Weeknd parou de enviar seus trabalhos ao Grammy. A atitude gerou uma onda de apoio ao cantor e acusações de que o Grammy toma decisões racistas.
Em 2014, Macklemore (com “The Heist”) venceu Kendrick Lamar (com “Good Kid, m.A.A.d City”) em Melhor Álbum de Rap. O fato de um rapper branco vencer um negro na categoria de rap já geraria críticas, mas o disco de Kendrick teve um sucesso crítico e comercial muito maior. Foi considerado um dos melhores discos de rap da história pela revista americana “Rolling Stone”.
Macklemore lamentou sua própria vitória e disse para Kendrick: “Você foi roubado. Eu queria que você ganhasse. Você deveria. É estranho e é ruim que eu tenha te roubado”.
Adele mostra troféu quebrado no palco do Grammy 2017
Lucy Nicholson/Reuters
Algo parecido aconteceu em 2017 quando Adele (“25”) ganhou de Beyoncé (“Lemonade”) na categoria Álbum do Ano. “Esse prêmio deveria ser de Beyoncé. ‘Lemonade’ foi monumental”, disse a cantora inglesa.
E o que dizer de 2025?
Com nomes como Doechii, Shaboozey, Kendrick Lamar, Beyoncé e Andre 3000 concorrendo nas principais categorias, 2025 pode ser um ano de mudança de postura do Grammy.
A grande questão permanece: será que os votos refletirão a relevância cultural e artística desses trabalhos? Ou o histórico de injustiças terá novos capítulos?
Como Andre 3000, ex-Outkast, se infiltrou na lista do Grammy 2025 dominada por divas?

Fonte: G1 Entretenimento

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