Close Menu
Palmeiras FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Palmeiras FM segunda-feira, 16 março
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Mãe e padrasto são indiciados após polícia descobrir que criança de dez anos foi estuprada e ficou grávida

    março 16, 2026

    Parentes e funcionários de hospital fazem corredor em homenagem a doador de órgãos em Palmas

    março 16, 2026

    Vídeo mostra homem chutando mulher no meio de rua em Araguaína

    março 16, 2026

    Bombeiros retomam buscas por criança de quatro anos que desapareceu no Rio Tocantins

    março 16, 2026

    É #FAKE que Timothée Chalamet caiu no tapete vermelho do Oscar; foto mostra queda de intruso no Festival de Cannes de 2011

    março 16, 2026

    Alceu Valença desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show ’80 girassóis’ na estreia de turnê no Rio

    março 16, 2026

    Oscar 2026: Michael B. Jordan comemora vitória em lanchonete

    março 16, 2026

    A história por trás da clássica foto de Wagner Moura no orelhão no set de ‘O Agente Secreto’

    março 16, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Unidade de Mistura da Mosaic em Palmeirante.

    julho 14, 2025

    A Prefeitura Mun. de Palmeirante, Reuniu com ATS Nesta semana para fecha uma parceria com o objetivo de realizar extensão de rede no novo setor do Distrito Paciência.

    julho 4, 2025

    Prefeito Municipal de Palmeirante foi a DF- CAPITAL DO BRASIL- Em busca de recursos para mais investimento na cidade de Palmeirante na Saúde, Educação e Assistência Social …

    março 15, 2025

    Mãe e padrasto são indiciados após polícia descobrir que criança de dez anos foi estuprada e ficou grávida

    março 16, 2026

    Parentes e funcionários de hospital fazem corredor em homenagem a doador de órgãos em Palmas

    março 16, 2026

    É #FAKE que Timothée Chalamet caiu no tapete vermelho do Oscar; foto mostra queda de intruso no Festival de Cannes de 2011

    março 16, 2026

    Alceu Valença desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show ’80 girassóis’ na estreia de turnê no Rio

    março 16, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Palmeiras FM
Home»Entretenimento»Bad Bunny no Super Bowl: como empacotador de humilde cidade porto-riquenha virou fenômeno global
Entretenimento

Bad Bunny no Super Bowl: como empacotador de humilde cidade porto-riquenha virou fenômeno global

fevereiro 7, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Ronald Alexander Ávila-Claudio e Equipe de Jornalismo Visual
BBC
“Você consegue imaginar um coelho mau? Não. Por pior que seja, você vai querer abraçá-lo. Eu me considero assim.”
Em 2016, Bad Bunny contava em um podcast a origem do seu nome artístico.
Uma foto de infância, vestido de coelho, olhando para a câmera com um sorriso travesso. Daí surgiu o nome Bad Bunny (“coelho mau”, em inglês).
Mas, na época, ele era pouco conhecido.
Dez anos depois, com sua mais recente produção, o disco Debí Tirar Más Fotos, Bad Bunny fez história ao ser o primeiro artista a ganhar o prêmio Grammy de melhor álbum com um disco totalmente em espanhol.
Com 31 anos, ele irá cantar neste domingo (8) no show de intervalo do Super Bowl, a final da liga de futebol americano, o evento esportivo mais importante dos Estados Unidos, para mais de 120 milhões de espectadores.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Quando era adolescente, no quarto de casa em Vega Baja, uma humilde cidade litorânea no norte de Porto Rico, Benito Antonio Martínez Ocasio subia músicas de trap na plataforma SoundCloud, mas o mundo do estrelato parecia distante.
Ele trabalhava como empacotador em um supermercado e não tinha conexões na indústria. Seu pai era motorista de caminhão, e sua mãe, professora.
“Não conheço ninguém no mundo da música”, dizia ele. “Não é possível que eu saia para comprar um pincho [comida de rua] e me encontre com Daddy Yankee.”
O Super Bowl é um dos eventos midiáticos mais importantes dos Estados Unidos.
Getty Images
Mas ele não precisou de um encontro tão fortuito com o rei do reggaeton. No ano passado, a revista The New Yorker o considerou a “maior estrela do pop” e o jornal The New York Times afirmou que ele “reinventou o panorama da música em espanhol”.
Bad Bunny foi o artista mais ouvido do mundo no Spotify em 2020, 2021, 2022 e 2025, superando estrelas como Drake e Taylor Swift.
Dados Spotify
BBC
Em 2024, seu disco Un Verano Sin Ti foi reconhecido como o álbum mais reproduzido na história da plataforma. Foram mais de 15 bilhões de reproduções, segundo o Guinness Records.
Para Leila Cobo, uma das diretoras de conteúdo da revista musical Billboard, Benito redefiniu a relação entre os artistas latinos e a indústria global. Ele impregnou o gênero urbano com um novo som, graças às suas inesperadas misturas de ritmos urbanos e gêneros autóctones da América Latina.
Durante este processo, ele se tornou uma figura política, que desafia a hipermasculinidade da indústria musical latina e defende a independência da sua ilha, um território dos Estados Unidos sem poder de soberania.
Dados Spotify
BBC
Música nova, mas antiga
Em janeiro de 2025, Bad Bunny compareceu ao set do programa Popcast, do New York Times, para conversar sobre seu disco recém-lançado, DtMF.
Ele tentou falar em inglês, mas acabou falando uma mistura de inglês e espanhol.
A população de Porto Rico tem cidadania americana, mas apenas 22% consideram que falam inglês “muito bem”, segundo dados do Censo dos Estados Unidos.
“Sempre soube que poderia ser grande sendo porto-riquenho, com minha música, minha gíria e minha cultura”, declarou ele.
A cada canção, ele “desenha um mapa de Porto Rico e do Caribe”, segundo explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o professor Albert Laguna, que ministra um curso sobre Bad Bunny na Universidade Yale, uma das mais prestigiadas nos Estados Unidos.

Os versos levam do sexo explícito (Safaera) até o romântico (Baile Inolvidable). Mas eles também denunciam os constantes cortes de eletricidade de uma ilha com um sistema energético obsoleto (El Apagón) e a gentrificação (Lo que le Pasó a Hawái).
“Seus álbuns trazem uma sensação nova, vibrante e inclusiva”, segundo o repórter de música da BBC Mark Savage. “E cantar em espanhol oferece a ele uma autenticidade que seria perdida se ele buscasse sucessos pop em outro idioma.”
“Seu rico tom de barítono transmite desprezo, desamor, ira ou êxtase, com uma clareza tão vívida que não resta nenhuma dúvida sobre sua intenção”, prossegue Savage.
Bad Bunny mantém forte conexão com sua cultura porto-riquenha
Getty Images
Para os porto-riquenhos, preservar o espanhol, historicamente, é um símbolo de resistência frente à substituição da sua cultura pela americana.
Ao anunciar que cantaria no Super Bowl, em outubro, ele avisou às pessoas que não falam espanhol que teriam “quatro meses para aprender” o idioma.
Política além do perreo
Aquele jovem que, nas suas primeiras canções, se preocupava mais com as mulheres ou com o dinheiro, teve um despertar político ao longo dos anos.
Este desenvolvimento se reflete não apenas na sua música, repleta de símbolos nacionais porto-riquenhos, mas também nas suas ações.

Bad Bunny foi um dos rostos observados nos históricos protestos de 2019 em Porto Rico. E usou suas redes sociais para apoiar políticos independentistas para o governo da ilha.
Ele também criticou as batidas contra imigrantes do governo Donald Trump. Na última cerimônia de entrega do prêmio Grammy, ele lançou a mensagem “Fora ICE”, a sigla em inglês do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos.
Anteriormente, em 2025, ele se negou a incluir os Estados Unidos na sua turnê, por receio de que o ICE a usasse para deter imigrantes.
Este ativismo também lhe rendeu críticas, especialmente de setores da direita americana.
Donald Trump criticou a escolha de Bad Bunny para cantar no Super Bowl.
Getty Images
Ao tomar conhecimento da escolha de Bad Bunny para o Super Bowl, Trump afirmou não saber quem é o cantor. O presidente americano declarou que, para ele, era “absolutamente ridícula” sua escolha para o show.
É difícil avaliar se os esforços de Bad Bunny trazem impacto real para a política dos Estados Unidos em relação a Porto Rico, comenta à BBC News Mundo o sociólogo porto-riquenho Luis J. Cintrón, especialista em meios de comunicação e cultura latino-americana.
O que se sabe ao certo é que o artista deu visibilidade à ilha, que costuma ficar de fora da agenda da imprensa dos Estados Unidos. E, sem ter soberania nem relações bilaterais com outros países, Porto Rico depende da sua cultura para chegar ao mundo.
“Sem deixar de ser capitalista, ele se transformou em um símbolo de resistência” e “embaixador da cultura e da identidade porto-riquenha”, segundo Cintrón.
Gênero, feminismo e moda
Desde o início da carreira, Bad Bunny surpreendeu com o uso de cores vibrantes, estampas arriscadas e esmalte de unhas. Era uma estética contrastante com o determinado pelo gênero urbano.
E esta política do corpo logo influenciou sua música.
Músicas como Yo Perreo Sola reivindicam o direito da mulher a desfrutar do seu corpo sem companhia. E, em Andrea, Bad Bunny deu voz à violência enfrentada pelas mulheres no seu dia a dia.
Ele alimentou esta fama com ações como beijar um homem durante uma apresentação e denunciar em rede nacional de televisão o assassinato de uma mulher trans.
Mas alguns estudiosos afirmam que o cantor se contradiz constantemente.
A socióloga Silvia Díaz Fernández, especialista em meios de comunicação da Universidade de Coventry, no Reino Unido, alerta que as mensagens feministas de algumas das canções contrastam com outras, nas quais persistem ideias misóginas e hipersexualização.
Fernández defende, no site de notícias acadêmicas The Conversation, que o artista flerta com estéticas andróginas, mas, no fundo, preserva o sexismo.
Ainda assim, Bad Bunny se transformou em um ícone da moda, capaz de dominar as passarelas do Met Gala de Nova York, nos Estados Unidos, e vestir modelos de estilistas exclusivos.
Nas suas aparições mais recentes, ele integrou símbolos do nacionalismo porto-riquenho, como a pava, um chapéu típico dos camponeses da ilha durante a colonização espanhola.
Local e global
O grande impacto de Bad Bunny foi ter convertido o local e regional em um fenômeno de interesse global, segundo Leila Cobo, da Billboard.
O porto-riquenho se afastou dos ritmos normalmente sintetizados do reggaeton para incorporar instrumentos reais e acústicos, além de suas menções e homenagens à cultura caribenha e de Porto Rico.
Em suas produções, Bad Bunny mistura o reggaeton e o trap com ritmos como salsa, merengue, mambo, bossa nova e plena, um gênero tipicamente porto-riquenho.
Suas letras também estão repletas de referências aos artistas que ele admira, desde o reggaeton de Daddy Yankee até o orgulho afro-caribenho do cantor e compositor Ismael Rivera (1931-1987).
Com sua apresentação no Super Bowl, Bad Bunny entra para um seleto grupo de latinos que atuaram como artistas centrais do show do intervalo, ao lado da colombiana Shakira e da cubana Gloria Estefan. Mas ele será o primeiro a ter gravado, até agora, todos os seus álbuns em espanhol.
Seu show chega em um momento de grandes tensões devido à questão migratória nos Estados Unidos, frente a um público em Santa Clara, Califórnia, que não necessariamente entenderá a letra das suas canções.
Mas Bad Bunny já fez turnês mundiais com recordes de renda, conquistou dezenas de prêmios, atingiu feitos inéditos e conquistou um público massivo sem precisar que todas as pessoas entendessem espanhol.
Só por isso, ele já tem seu lugar reservado na história da indústria musical.

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

É #FAKE que Timothée Chalamet caiu no tapete vermelho do Oscar; foto mostra queda de intruso no Festival de Cannes de 2011

março 16, 20260 Visitas

Alceu Valença desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show ’80 girassóis’ na estreia de turnê no Rio

março 16, 20260 Visitas

Oscar 2026: Michael B. Jordan comemora vitória em lanchonete

março 16, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Mariah Carey vai cantar no The Town 2025 em dia que terá Jessie J e Ivete Sangalo

fevereiro 18, 2025115 Visitas

Unidade de Mistura da Mosaic em Palmeirante.

julho 14, 202590 Visitas

Prefeito Municipal de Palmeirante foi a DF- CAPITAL DO BRASIL- Em busca de recursos para mais investimento na cidade de Palmeirante na Saúde, Educação e Assistência Social …

março 15, 202555 Visitas

Assaltantes invadem residência e roubam dinheiro e joias no interior do Tocantins

fevereiro 15, 202555 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.