Close Menu
Palmeiras FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Palmeiras FM segunda-feira, 20 abril
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Aposentada que aguarda há três anos por cirurgia tem procedimento adiado após problemas com materiais no HGP

    abril 20, 2026

    Bom Dia Tocantins de segunda-feira, 20 de abril

    abril 20, 2026

    Tocantins ganha prazo extra para garantir R$ 56 milhões do Fundo Amazônia

    abril 20, 2026

    Palmas tem teatro e cinema parados e sem data definida para reabertura: ‘Necessidade urgente’, diz diretor

    abril 20, 2026

    Rebel Wilson enfrenta processo de difamação na Austrália por publicações em redes sociais

    abril 20, 2026

    Cantor D4vd é acusado de assassinato por morte de garota de 14 anos nos EUA

    abril 20, 2026

    Luis Brandoni, ator argentino que estrelava série da Disney, morre aos 86 anos

    abril 20, 2026

    Zélia Duncan e Fitti buscam a ‘virtude do exagero’ em show sobre as paixões de Angela Maria e Cauby Peixoto

    abril 20, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Unidade de Mistura da Mosaic em Palmeirante.

    julho 14, 2025

    A Prefeitura Mun. de Palmeirante, Reuniu com ATS Nesta semana para fecha uma parceria com o objetivo de realizar extensão de rede no novo setor do Distrito Paciência.

    julho 4, 2025

    Prefeito Municipal de Palmeirante foi a DF- CAPITAL DO BRASIL- Em busca de recursos para mais investimento na cidade de Palmeirante na Saúde, Educação e Assistência Social …

    março 15, 2025

    Cantor D4vd é acusado de assassinato por morte de garota de 14 anos nos EUA

    abril 20, 2026

    Rebel Wilson enfrenta processo de difamação na Austrália por publicações em redes sociais

    abril 20, 2026

    Luis Brandoni, ator argentino que estrelava série da Disney, morre aos 86 anos

    abril 20, 2026

    Aposentada que aguarda há três anos por cirurgia tem procedimento adiado após problemas com materiais no HGP

    abril 20, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Palmeiras FM
Home»Entretenimento»Zélia Duncan e Fitti buscam a ‘virtude do exagero’ em show sobre as paixões de Angela Maria e Cauby Peixoto
Entretenimento

Zélia Duncan e Fitti buscam a ‘virtude do exagero’ em show sobre as paixões de Angela Maria e Cauby Peixoto

abril 20, 2026Nenhum comentário1 Visitas

Zélia Duncan (à esquerda) e Fitti mergulham no universo de Angela Maria (1929 – 2018) e Cauby Peixoto (1931 – 2016) em show no Teatro Iguatemi, em São Paulo (SP)
Ricardo Reis / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Zélia & Fitti ⟺ Angela & Cauby
Artistas: Zélia Duncan e Fitti
Data e local: 15 de abril de 2026 no Teatro Iguatemi (São Paulo, SP)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Símbolos de um Brasil sentimental erguido em um passado já remoto, em que o melodrama escorria por cancioneiro de tintas folhetinescas, as vozes de Angela Maria (13 de maio de 1929 – 29 de setembro de 2018) e Cauby Peixoto (10 de fevereiro de 1931 – 15 de maio de 2016) atravessam o tempo, ecoando como exemplos de época em que mais era mais.
Cantores fluminenses da era do rádio, tempo em que a fartura vocal e emocional era requisito básico para qualquer intérprete assumir o microfone no Brasil pré-Bossa Nova, Angela & Cauby personificaram – separados e sobretudo juntos em discos e shows memoráveis – a “virtude do exagero” mencionada no roteiro elaborado pelo DJ Zé Pedro para o show em que Zélia Duncan e Fitti adentraram o universo passional de Angela Maria e Cauby Peixoto.
Atração do Teatro Iguatemi na quarta e na quinta-feira passadas, 15 e 16 de abril, o show “Zélia & Fitti ⟺ Angela & Cauby” chegou à cena na cidade de São Paulo (SP) com muito mais méritos do que entraves.
Sob a direção elegante de José Maurício Machline e Giovanna Machline, calcada na alternância de tons (inclusive dos figurinos elaborados em preto e branco) e de timbres de duas vozes que friccionam os limites de gênero, Zélia Duncan e Fitti tiveram como obstáculo o excesso de falas e informações do roteiro intrusivo. Foi nas brechas desse roteiro por vezes excessivamente didático que os intérpretes perseguiram a “virtude do exagero” e estabeleceram alguma conexão emocional com a plateia.
Com graves profundos capazes de evocar um registro vocal masculino, Zélia Duncan se movimentou bem em cena desde que surgiu no corredor da plateia cantando “Amendoim torradinho” (Henrique Beltrão, 1955), tema sensual do repertório de Angela que Ney Matogrosso soube reviver com precisão. O número de abertura, com Fitti aparecendo do lado oposto da plateia, já exemplificou o requinte da direção, reiterado ao longo da apresentação.
A gravidade da voz de Zélia Duncan lapidou “A pérola e o rubi” (Jay Livingston e Ray Evans em versão em português de Haroldo Barbosa, 1955), acendeu “Fósforo queimado” (Paulo Menezes, Milton Legey e Roberto Lamego, 1953) sem se inflamar e traduziu bem o pântano de solidão em que está imerso o eu-lírico do “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976), um dos grandes momentos do show. Em contrapartida, faltou melodrama no canto do samba-canção “Matriz ou filial” (Lúcio Cardim, 1965).
Fitti de início pareceu ofuscado pela presença de Zélia, sem exibir a teatralidade e a força vocal evidenciadas no impecável show em que interpreta o repertório de Ney Matogrosso, mas o cantor foi crescendo em cena até a apoteose com o mambo “Babalu” (Margarita Lecuona, 1939), emblema do repertório de Angela Maria.
Com a voz de timbre elástico que alcança áreas femininas, Fitti encarou “Que será?” (Marino Pinto e Mário Rossi, 1950) – sucesso de Dalva de Oliveira (1917 – 1972) regravado por Angela no álbum “Apenas mulher” (1980) e no tributo fonográfico dedicado em 2017 à colega da era do rádio – e, com vivacidade rítmica, fez valer o sangue pernambucano no suingue nordestino que diluiu a sofrência da guarânia “Cabecinha no ombro” (Paulo Borges, 1957). Esse standard sertanejo é dissociado das vozes de Angela e Cauby, embora tenha sido gravado ao vivo pela cantora em álbum de 1979 assinado com Agnaldo Timóteo (1936 – 2021), cantor que transitou pelo mesmo universo folhetinesco de Angela e Cauby.
Entre solos, entre diálogos travados pelos intérpretes com informalidade fora de sintonia com o repertório e entre oportunas récitas de letras de músicas como os sambas-canção “Nunca” (Lupicínio Rodrigues, 1952), “Quando tu passas por mim” (Antonio Maria e Vinicius de Moraes, 1953) e “Castigo” (Dolores Duran, 1958), o roteiro abriu espaço para os duetos como “Miss Suéter” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) e “Tango pra Tereza” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1975), dois pontos altos do show pelo entrosamento entre os intérpretes.
Alternando o branco e o preto dos figurinos do estilista Rober Dognani, Fitti e Zélia Duncan se afinaram ao longo do show, entre solos e duetos feitos sob direção musical de Webster Santos, reavivando músicas como “Brigas” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1966) e “Somos iguais” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1964) até chegarem ao ápice com “Bastidores” (Chico Buarque, 1980).
Nem Zélia Duncan nem Fitti são cantores vocacionados para o melodrama, para o exagero virtuoso que pautou as trajetórias afins de Angela Maria e Cauby Peixoto na música popular do Brasil. Contudo, é desse contraste que se alimenta “Zélia & Fitti ⟺ Angela & Cauby”, show que, se eliminadas as gorduras do roteiro, tem cacife para voltar à cena e seduzir outros públicos pela elegância da direção e pela força de repertório de um tempo ido que desafia o hype e as modas, permanecendo firme e forte na memória afetiva do Brasil.
♪ O colunista e crítico musical do g1 viajou a São Paulo (SP) a convite do Teatro Iguatemi e do diretor do show, José Maurício Machline.
Zélia Duncan (de pé) e Fitti ocupam bem o palco do Teatro Iguatemi sob direção de José Maurício Machline e Giovanna Machline
Ricardo Reis / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Rebel Wilson enfrenta processo de difamação na Austrália por publicações em redes sociais

abril 20, 20261 Visitas

Cantor D4vd é acusado de assassinato por morte de garota de 14 anos nos EUA

abril 20, 20261 Visitas

Luis Brandoni, ator argentino que estrelava série da Disney, morre aos 86 anos

abril 20, 20261 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Mariah Carey vai cantar no The Town 2025 em dia que terá Jessie J e Ivete Sangalo

fevereiro 18, 2025116 Visitas

Unidade de Mistura da Mosaic em Palmeirante.

julho 14, 202590 Visitas

Prefeito Municipal de Palmeirante foi a DF- CAPITAL DO BRASIL- Em busca de recursos para mais investimento na cidade de Palmeirante na Saúde, Educação e Assistência Social …

março 15, 202555 Visitas

Assaltantes invadem residência e roubam dinheiro e joias no interior do Tocantins

fevereiro 15, 202555 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.